Comparação

Sua clínica cabe numa planilha. Até o dia em que não cabe mais.

Uma comparação honesta — incluindo as linhas em que a planilha ganha. Se ela ainda dá conta da sua clínica, esta página vai dizer isso.

Primeiro, o que a planilha faz muito bem

Ela é grátis, é flexível e todo mundo já sabe usar. Você inventa uma coluna nova em dez segundos, sem pedir para ninguém e sem esperar release. Nenhum software vai ser mais moldável que uma célula vazia. Clínica de uma esteticista com agenda estável roda em planilha sem problema nenhum — e não há vergonha nisso.

O problema não é a planilha ser ruim. É que ela guarda o que aconteceu, e não o que está acontecendo. Ela não avisa, não confirma, não controla lote e validade, não registra quem mudou o quê. Enquanto a clínica é pequena isso é irrelevante. Existem quatro momentos em que deixa de ser.

Os quatro momentos em que ela quebra

1

A segunda esteticista

Duas pessoas editando a mesma agenda ao mesmo tempo é onde a planilha perde. Alguém marca em cima de alguém — na mesma sala, no mesmo horário —, e o histórico de quem mudou não existe. Não é falta de atenção: a planilha não tem como saber que aquela sala acabou de ser tomada.

2

O produto injetável que vence na gaveta

Ácido hialurônico, toxina ou qualquer produto com validade curta precisa de controle de lote que a planilha não dá. Você anota a entrada, mas ninguém controla o FEFO nem alerta antes de vencer. Resultado: descarte de produto comprado, risco clínico, e o constrangimento de descobrir na hora do uso.

3

A cliente que pergunta onde parou o pacote

Aí a planilha não ajuda, porque a resposta está na agenda e nos post-its do balcão — se alguém lembrou de anotar. Histórico de sessões, protocolo e progresso do pacote não caem bem numa aba de Excel.

4

O fechamento do mês

O repasse da esteticista digitado à mão é o lugar onde mais aparece diferença — e onde é mais desconfortável quando aparece, porque a conversa é com a profissional. Uma planilha soma o que você digitou; ela não sabe quais sessões realmente aconteceram.

Comparação linha por linha

As duas primeiras linhas são vitórias da planilha. Uma tabela em que um lado ganha tudo não serve para decidir nada.

PlanilhaMaestro
Custo mensalZeroA partir de R$ 75/mês
Flexibilidade de formatoTotal — você inventa a colunaEstruturado: o campo existe ou não existe
Duas pessoas editando ao mesmo tempoUma sobrescreve a outraTodos veem o mesmo, ao vivo
Confirmação de sessãoAlguém liga ou digitaAutomática, no WhatsApp da clínica
Duração por serviçoVocê calcula de cabeçaVem do catálogo
Controle de lote e validadeNão existeFEFO automático com alerta de vencimento
TCLE digitalPapel ou nadaAssinado pelo celular, na ficha
Trilha de auditoriaNão existeAutor, data e conteúdo anterior
Cálculo de repasseDigitado à mãoCalculado, rastreável até a sessão
Permissão por pessoaQuem tem o link vê tudoPor função: recepção, esteticista, financeiro
Estoque de materialContagem manualDebitado na conclusão da sessão
BackupO que a nuvem do arquivo fizerDiário, com restauração testada
Se as suas duas primeiras linhas ainda pesam mais que as dez seguintes, fique na planilha. Ela está funcionando.

A objeção real não é o preço. É a migração.

Ninguém tem medo da assinatura. Tem medo de perder três anos de histórico de clientes e de passar duas semanas digitando cadastro.

01Você manda a planilha como ela está. Não precisa arrumar coluna, padronizar telefone nem separar aba. A gente olha o arquivo e diz o que dá para importar.
02Importamos clientes, histórico e catálogo — com duração e preço de cada serviço, que é o que faz a agenda e o financeiro funcionarem sozinhos depois.
03Você confere uma amostra antes de virar a chave. Se a importação não ficou boa, ajustamos e rodamos de novo — dentro do teste de 14 dias.
04A planilha continua sua. Nada é apagado de onde está, e a exportação em CSV está disponível no Maestro desde o primeiro dia — inclusive se você decidir sair.
05Sem custo. Importação e configuração estão incluídas na assinatura, não são um projeto à parte.